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Apologética movimento celular (1)
Apologética movimento celular (1)

              Apóstolos e Apóstolas no mover celular

 

Sabemos que para termos de organização administrativa faz-se necessária a instituição de líderes. Isso se dá em qualquer grupo de pessoas organizadas, desde um time de futebol que se reúne aos finais de semana até empresas multinacionais.

Até mesmo na família há princípios organizacionais. Deus instituiu o homem como o líder da família e não a mulher. Da mesma forma, a Igreja necessita de liderança e ordem para que haja harmonia e desta forma a Obra de Deus continue a fluir (1 Co 12.28).

Todavia, algo bastante discutido e tratado com indiferença por muitos é a questão do apostolado. É o título de Apóstolo para os nossos dias? A Bíblia Sagrada evidencia-nos três ofícios eclesiásticos: Apóstolo, Presbítero (Bispo, Ancião ou Pastor) e Diácono.

Durante os séculos podemos observar as várias aplicações do Governo Eclesiástico, com algumas denominações utilizando pastores, outras anciãos, bispos e outras ainda, entendem esses títulos hierarquicamente, enfim, divergindo de alguma forma no entendimento do modelo bíblico mais apropriado.

Entretanto, algo que obteve mais sucesso no consenso histórico é de que, o ofício apostólico não existe mais, ou seja, não houve sucessão apostólica.

Para entendermos melhor sobre o assunto da sucessão apostólica, vejamos um trecho de um artigo publicado pelo reverendo Marcelo Parga de Souza, da Christ Reformed Church em Anaheim, Califórnia:

Existem dois sentidos básicos para o termo “apóstolo”. De um modo mais geral, o termo se refere a qualquer pessoa que seja um enviado ou emissário de Deus através da Igreja para uma obra especial, seja de liderança ou não (e.g., Fl. 2:25). Esse significado provém da correlação entre o substantivo “apóstolo” (ἀπόστολος) e o verbo em grego que significa “enviar” (ἀποστέλλω). Nesse sentido mais geral, não há dificuldade em se aceitar que qualquer pessoa pode ser um apóstolo de Deus. Qualquer pessoa pode ser enviada, por exemplo, por uma igreja para o trabalho missionário, e, nesse sentido amplo, ela é um apóstolo de Deus. No Novo Testamento, porém, o sentido mais comum da palavra é o sentido técnico e restrito, se referindo a um grupo seleto dos apóstolos de Cristo. A palavra traduzida “apóstolo” (e suas derivações) é encontrada 80 vezes no texto grego do Novo Testamento (Nestle-Aland 27a. Ed.). Dessas, ela tem esse sentido restrito nada menos do que 73 vezes. O sentido mais amplo de “enviado” ocorre somente 5 vezes (Jo. 13:16; 2 Co. 8:23; Fl. 2:25; At. 14:4 e 14 são duas referências ambíguas); ela se refere uma vez a Jesus Cristo (Hb. 3:1); e, finalmente, há 3 ocorrências que apresentam dificuldades exegéticas, podendo ter tanto o sentido mais amplo como o mais técnico: Rm. 16:7; At. 14:4; 14.[1]

No sentido mais amplo da palavra, isto é, enviado, podemos entender que qualquer pessoa pode ser enviada para uma missão. No sentido técnico da palavra, entendemos que o Apóstolo tinha uma autoridade diferenciada. Seus escritos eram considerados como inspirados, conforme vemos em passagens como 2 Pe 3.2; 1 Co 14,37; 1 Ts 2.13; 2 Pe 3.16. Os “Apóstolos” modernos teriam essa autoridade? Fariam parte do cânon bíblico escritos do Apóstolo Renê Terra Nova, Apóstola Valnice Milhomens, Apóstola Neuza Itioka?

Outra informação importante é quanto aos pré-requisitos necessários para que fosse levantado um apóstolo. Essa pessoa deveria ter sido testemunha ocular de Jesus Cristo ressurreto e ainda ter recebido tal comissionamento diretamente do Senhor Jesus.

O sucessor de Judas Iscariotes deveria ter essas qualificações, conforme está registrado em At 1.21,22. Depois da substituição de Judas por Matias, o último que pôde preencher tais requisitos foi Paulo (At 9.1-6; Gl 1.1; 1 Co 9.1; 15.7-9). Além disso, não há registro histórico de sucessão apostólica.

Segundo o professor Márcio Redondo, o movimento apostólico teve uma forte aparição a partir de 1980 e é dividido em pelo menos três grandes redes: carismática (neo-pentecostal), messiânica e judaizante. Em todas essas redes a ênfase em batalha espiritual é muito forte. De acordo ainda, com o professor Márcio, “o movimento apostólico ensina que cada apóstolo possui autoridade espiritual sobre territórios específicos. Um é apóstolo de Buenos Aires, outro é da Cidade do México, e assim por diante. É claro que o Brasil também já está loteado”.[2]

Pelo fato de enfatizarem bastante a batalha espiritual, doutrinas como a quebra de maldições e atos proféticos são comuns. Ele até conta no mesmo artigo que “um outro amigo me contou de um “apóstolo” aqui no Brasil que, na sua estratégia de batalha espiritual, resolveu delimitar as fronteiras de sua jurisdição. Como Jesus Cristo é apresentado na Bíblia como o leão de Judá (Apocalipse 5.5) e como os leões demarcam seu território com urina, esse “apóstolo” começou a sair pelas ruas de sua cidade e circunscrever sua área com… sua própria urina! Quanta ingenuidade!

Como podemos ver, o termo Apóstolo foi banalizado e está sendo confundido, como se fosse um título profissional. Será que esses homens ao menos executam o sentido mais amplo? Será que há uma preocupação missiológica?

O comentário do professor é oportuno: “Minha dificuldade em aceitar o movimento apostólico dos nossos dias reside em que os ‘apóstolos’ modernos não viram Jesus ressuscitado, não foram designados pessoalmente pelo próprio Jesus, não realizam prodígios e sinais como na época do Novo Testamento e, ao contrário dos apóstolos do século I, se preocupam com a distribuição territorial. Minha conclusão é que tais pessoas declaram-se apóstolos, mas na verdade nunca o foram (2 Coríntios 11.13; Apocalipse 2.2). Se, apesar das objeções acima, você ainda está pensando em seguir a profissão de apóstolo, é melhor se apressar. Infelizmente as áreas nobres já estão ocupadas. Mas ainda existem cidades menores sem dono. A propósito, parece que a Antártida ainda não tem apóstolo. Um continente inteiro à disposição! Alguém se candidata?

Uma vez que o ofício apostólico não possui embasamento bíblico para os dias de hoje, o que dizer então de Apóstolas? Renê Terra Nova diz que não vê problema para a consagração delas.[3]

Algo que devemos ressaltar é que as mulheres do mundo oriental eram desprezadas, tratadas como seres inferiores, que não tinham direito à voz, à educação e nem sequer eram contadas quando se queria saber quanta “gente” havia, quando era feito o censo. O que encontraremos com freqüência eram mulheres com o dom de profecia: Miriã (Ex 15:20), Débora (Jz 4:4), Hulda (2 Rs 22:14), Ana (Lc 2:36-38) e as 4 filhas de Felipe (At 21:9). Além disso, Evódia e Síntique em Fl 4:2-3 trabalhavam com Paulo, como cooperadoras, Priscila e seu marido Áquila são chamados também de cooperadores em Rm 16:3.

A mesma Débora era também juíza. Outra passagem interessante é a da mulher samaritana em Jo 4 27-29 que larga seu cântaro e vai à cidade anunciar o Cristo. Em Rm 16:12b Paulo também diz sobre Pérside, que muito trabalhou no Senhor.

O que enxergamos é que as mulheres cooperavam, isto é, ajudavam para que o Evangelho fosse propagado, mas não lhes era atribuído títulos. Baseado nessa ajuda que as mulheres tanto davam no Novo Testamento o título mais aceito hoje é o de missionária.

No caso do movimento G-12, o problema não é apenas a consagração de Apóstolos e Apóstolas, mas consagração automática das esposas de pastores para serem co-pastoras.

Ao mesmo tempo que Terra Nova não vê problemas para o ofício feminino, também não o vê para outros títulos ainda mais controvertidos. Ele mesmo foi ungido como “patriarca” em determinado Congresso da Visão Celular no Brasil. Não bastasse o título para ele mesmo, sua esposa também é reconhecida no MIR como “matriarca”.[4]

Não é meu intuito aqui generalizar que os “apóstolos” modernos sejam todos falsos apóstolos (embora o sejam no sentido técnico da palavra), mas evidenciar biblicamente que esse ensino possui suas controvérsias e não encontra apoio nas Sagradas Escrituras.

Digo o mesmo acerca da questão matriarcal, não é intenção atingir o caráter de ninguém, pois até ouço boas referências de sua pessoa.

Da mesma sorte, conhecemos muitos católicos que são mais honestos que evangélicos, entretanto, o assunto deste livro é concernente a ensinos sem apoio bíblico.

Embora muitos deles tenham seus corações sinceramente voltados para a Obra de Deus, não há necessidade de ultrapassar o que já está escrito.

Não precisamos aumentar e nem diminuir em nada o que está na Bíblia Sagrada, antes, devemos como bons bereanos, conferir se o que está sendo ensinado está em harmonia com a Palavra de Deus.

Faço minhas as palavras de C. H. Spurgeon: “A apatia está por toda a parte. Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão, não importa o assunto; só que, quanto mais curto, melhor”.[5]

[1] SOUZA, Marcelo Parga de. Há Apóstolos hoje? São Paulo, 2006. Site da Agência de Informações Religiosas, www.agir.com.br

[2] REDONDO, Márcio. Apostolado ou Apostolice. Site da Agência de Informações Religiosas.

[3] NOVA, Renê Terra. M-12, O Modelo de Jesus. Semente de Vida. São Paulo, 2009, p. 146.

[4] Ministério Internacional da Restauração. Uma Matriarca Para a Nação. Disponível em: http://www.mir12.com.br/br/index2.php?pg=YXBhMDk=. Acesso em 20/06/11.

[5] SPURGEON. Charles. H. “Preface”, The Sword and the Trowel. 1888. Volume completo, p 3.

Extraído do livro “A Verdade Sobre o G12″, Couto

 

                      Competição na igreja do mover celular

 

 

Você não leu errado. É isso mesmo. No movimento G-12 alguns paradigmas são criados automaticamente. Pela grande ênfase em números, conforme vimos, as pessoas se esforçam bastante para cumprir suas metas de evangelismo, ou melhor dizendo, de atrair adeptos.

Sob a faceta do cumprimento da grande comissão, as pessoas se empenham bastante para multiplicar suas células, pois desta forma serão elogiadas pelo desempenho.

Um dos representantes internacionais do G-12, Ralph Neighbour, disse que, “a experiência de longos anos com os grupos constatou que eles estagnam depois de um certo período.” Em sua constatação, depois de “seis meses as pessoas atraem-se mutuamente; passado esse tempo elas tendem a se tolerar”. Por esta razão, “deve-se esperar que cada grupo de pastoreio seja multiplicado naturalmente após seis meses, ou que seja reestruturado”.[1]

Essa reestruturação pode acontecer através de uma punição, da troca do líder de célula, enfim, mediante qualquer manipulação humana para que os resultados sejam mais satisfatórios. O sucesso ou fracasso da célula é totalmente do líder que precisa atingir suas metas.

O próprio Neighbour conta que, se “os líderes de célula fracassam no alcance de seus objetivos, Cho os envia ao retiro da montanha de Oração da igreja para jejuar e orar”.[2] Em contrapartida, “os líderes de células e os auxiliares que conduziram suas células à multiplicação devem ser valorizados e elogiados em público diante de toda a igreja”.[3]

É natural que isso aconteça, uma vez que segundo o pensamento gedozista, a própria pessoa é capaz de converter o ouvinte.

Lembro-me de um culto em que fui com o pastor presidente certa vez numa cidade vizinha. Naquela ocasião um Apóstolo representante do G-12 em Minas Gerais, da cidade de Juiz de Fora, estava participando do culto. O pastor da Igreja que estávamos visitando, contava alegremente sobre a construção de um novo templo, o qual teria capacidade para umas 200 pessoas.

Depois de sua manifestação de alegria por este projeto, o Apóstolo pegou o microfone e começou a falar que o templo era pequeno, pois deveria sonhar mais alto e com palavras cheias e motivação levou a igreja a dar um alto brado de vitória.

Em meio a esse clima fervoroso onde a declaração era de conquistar muitas almas, o pastor presidente da igreja que fiz parte contou que estávamos na “visão” e que nossa igreja já era a maior da cidade. Mais uma vez ouvíamos as pessoas glorificando a Deus por isso.

Quando chegamos em nossa cidade, ele me deixou em frente da minha casa e comecei a conversar sobre o que tinha visto e ouvido naquela reunião. O foco em números me assustou, pois conforme lemos em Atos dos Apóstolos, a cada dia “acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos” (At 2.47b – grifo meu).

Não eram os Apóstolos e nem os novos convertidos que conseguiam realizar essa tarefa. Da mesma forma, Paulo quase convenceu o Rei Agripa a tornar-se cristão (At 26.28) através de suas palavras, mas quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo é o Espírito Santo e não o homem (Jo 16.8).

A “paixão” por almas somada às metas, que mais parecem as estratégias de uma empresa, propulsionam um sofisma ligado a números.

As células que mais cresciam, eram as que do ponto de vista humano, Deus estava mais operando e o contrário também era visto, isto é, as que menos se desenvolviam tinham algum problema, pois Deus não estava abençoando.

Com isso, as pessoas passaram a disputar entre si quem produzia mais. No começo achei aquilo saudável, pois despertava as pessoas o desejo de se esforçarem mais, entretanto, passou a virar pesadelo, pois ninguém queria ficar para trás.

As almas que deveriam ser ganhas para Jesus, passaram despercebidamente a serem ganhas para a visão. Posteriormente, deixaram de serem ganhas para a visão e passaram a serem ganhas para si próprias. Qualquer um negaria isso e alegaria veementemente que estavam ganhando para Jesus, mas a motivação era claramente vista.

As pessoas disputavam um visitante. Quando alguém ia a convite de um membro da igreja e esse visitante era abordado por outro que não o havia convidado, quem o havia feito o convite ficava de cara feia, pois estava “roubando” sua ovelha.

Renê Terra Nova conta que quando realizam o Fruto Fiel, cada 12 traz consigo seus discípulos e esta é a forma desse seguidor demonstrar sua fidelidade e honra ao discipulador.[4]

Além disso, as pessoas queriam ostentar quantos estavam levando ao batismo, ao encontro, quantos 12 já tinham levantado e quantos membros de células tinham. No meio dos discípulos de Jesus houve esse tipo de competição, dois deles queriam lugares especiais com o Mestre, desejando assentarem-se um à Sua direita e outro à esquerda.

Essa atitude despertou ciúmes entre os demais discípulos, mas Jesus tratou o problema e ensinou-os, dizendo:

Mateus 20.25-28 – “Sabeis que os governadores dos gentios os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles. Não será assim entre vós; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo; assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos”.

Esse foco por almas, embora pareça bastante bíblico acaba se desviando do verdadeiro propósito de Deus. Mas como Deus discordaria de pregar o Evangelho? Alguém perguntaria. Quando não ensinamos de acordo com a sã doutrina, quando trocamos o fundamento da pregação, estamos pregando algo diferente ao que o Mestre nos comissionou (1 Co 3.11-15).

O que vale é a intenção do coração – Já me disseram – entretanto, os budistas, os hinduístas, os muçulmanos e os demais religiosos não estão servindo a seus deuses com má intenção.

Aliás, em termos de boas intenções, os espíritas ganham de muita gente, mas nem por isso o evangelho segundo Alan Kardec está em acordo com as Sagradas Escrituras.

Outra passagem bastante usada para defender a pregação por parte dos gedozistas é a resposta de Jesus a João, quando este relatou ter proibido outro homem de expulsar demônios porque não os seguia: “Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo depois falar mal de mim” (Mc 9.39).

Se este homem estivesse propagando algo contrário aos Seus ensinamentos a resposta seria outra. Quem defende esse versículo isoladamente, isto é, sem aplicá-lo no devido contexto, deve então tratar as Testemunhas de Jeová como grandes irmãos em Cristo, pois saem por várias casas para ensinar a Bíblia.

Para entendermos que Jesus rejeita sim, uma pregação fora do parâmetro de Suas doutrinas, basta lermos as passagens a seguir:

Mateus 23.15 – “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o tornais duas vezes mais filho do inferno do que vós”.

Apocalipse 2.2,6 – “Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança; sei que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e os achaste mentirosos; Tens, porém, isto, que aborreces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço”.

[1] NEIGHBOUR, Ralph. Manual do Líder de Célula. Ministério Igreja em Células. Curitiba, 2001, p.113.

[2] Ibid, p. 25.

[3] Ibid, p. 97.

[4] NOVA, Renê Terra. M-12, O Modelo de Jesus. Semente de Vida. São Paulo, 2009, p. 35.

xtraído do livro “A Verdade Sobre o G12″, Couto 

 

                    Igreja celular: Quantidade x Qualidade

 

 

A busca pela fórmula mágica do crescimento instantâneo levou homens a se esquecerem do verdadeiro compromisso com a pregação do Evangelho. Vimos no capítulo anterior alguns líderes que ensinam a adaptar a mensagem aos ouvintes, a fim de agradar a multidão.

Um dos piores problemas do movimento G-12 é o de levar em conta números como sinal do agir de Deus. Essa premissa criou um paradigma crônico no movimento e com a retirada de reuniões que edificam mais o corpo no conhecimento, a maior perda se deu no quesito qualidade.

É bastante tentador ser o líder de uma grande massa (não que eu seja contrário a grandes igrejas), pois a possibilidade ser bajulado, reconhecido pelos homens e exercer bastante poder é muito alta.

Nosso adversário sabe dessas coisas, utilizou dessa técnica contra vários homens e arriscou usá-las contra Jesus. No quarto capítulo do Evangelho segundo escreveu Lucas, lemos que satanás tentou de seus ardis por três vezes contra o Mestre enquanto Ele estava no deserto.

Na primeira tentativa o diabo vendo que Jesus tinha fome, tratou de sugerir que transformasse Seu desejo fisiológico em realidade. É assim que ele age ainda hoje. Percebe que alguns homens têm uma pré-disposição para o materialismo e apenas sugere que esses desejos consumistas sejam colocados em prática.

É assim que a teologia da prosperidade vem ganhando espaço a cada dia em nosso meio, vindo ao encontro das necessidades exteriores do homem.

O “evangelho” do ter é o que faz mais sucesso entre os homens, em detrimento do genuíno Evangelho do ser. Cheguei a questionar, no bom sentido da palavra, esse tipo de mensagem ao meu antigo pastor, mas ele respondeu que com o dinheiro da multidão dá para fazer mais coisas.

Infelizmente muitos estão se vendendo diante do vislumbre financeiro que as maiores entradas de dinheiro podem proporcionar.

Ao invés de dar ouvidos ao tentador, Jesus respondeu-lhe: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem”. O Dr. Hendriksen parafraseou a resposta de Jesus assim: “tentador, você está laborando sobre a falsa premissa de que o pão é absolutamente necessário para que um ser humano sacie sua fome e se mantenha vivo. Ante essa equivocada idéia, eu afirmo agora que não é o pão, mas o poder criador, vivificador e sustentador de meu Pai, a única fonte indispensável para a vida e o bem-estar tanto do homem e quanto meus”.[1]

A segunda tentação (de acordo com Lucas) foi a proposta de dar toda a autoridade e glória dos reinos do mundo que mostrou a Jesus. A maioria dos homens não sabe lidar com a fama e acaba se tornando escravo dela.

Da mesma forma que o sucesso leva para o alto, também destrói o caráter de muitos. Receber a glória dos homens é algo que massageia e cega o ego. Assim, para não se perder posição, o que acaba sendo negociado mascaradamente é o Evangelho. Ainda hoje, o diabo oferece as mesmas coisas: autoridade (poder) e glória (reconhecimento humano).

A resposta de Jesus foi: “Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. Alguns podem achar exagero, mas Jesus foi bem claro que não se pode servir a dois senhores, isto é, a Deus e as riquezas.

Já na terceira tentação, o diabo sugere que Jesus provasse o Pai, pois havia uma promessa no Salmo 91 e versículos 11 e 12.

Isso me faz lembrar certo movimento que influencia várias igrejas evangélicas, a Confissão Positiva, o qual, aliás, é bastante difundido pelos gedozistas.

Esse papo de colocar Deus contra a parede e reivindicar o cumprimento de Suas promessas é balela e já fora descartado pelo próprio Jesus há mais de 2000 anos, quando respondeu: “Não tentarás o Senhor teu Deus”.

O Dr. George Peters diz o seguinte acerca do perigo da inversão de valores Quantidade x Qualidade:

O crescimento quantitativo (…) pode ser enganador. Pode não ser mais do que a proliferação de um movimento social ou psicológico macanicamente induzido, uma contagem numérica, uma aglomeração de indivíduos ou grupos, um crescimento de um corpo sem o desenvolvimento dos músculos e órgãos vitais. Talvez se trate de uma forma de cristandade, mas não da emergência do cristianismo verdadeiro. Muitos movimentos que alcançaram os povos no passado, tais como os movimentos comunitários e tribais, foram assim. Um exemplo disso encontra-se nas adesões em massa da Europa, em especial na França e na Rússia quando muitos foram levados ao batismo e trazido para dentro da igreja, resultando em um grande número de pessoas que professam a cristandade, mas não resultando em uma dinâmica, vibrante e crescente e responsável Igreja de Jesus Cristo… Precisamos admitir (…) que, em grande parte a expansão da forma, da profissão e do nome da cristandade manifesta pouca semelhança ao cristianismo definido no Novo Testamento e à igreja retratada no livro de Atos . De muitas formas, a expansão da cristandade veio em detrimento da pureza do Evangelho e da verdadeira ordem e vida cristã. A igreja tornou-se infestada de práticas e crenças pagãs e sincretista em sua teologia (…) Grandes segmentos tornaram-se cristo-pagãos.[2]

 

                           Pai de Grandes Multidões

 

No movimento dos 12 até as músicas são voltadas para o tema multidões.

A pastora Ludmila Ferber, por exemplo, em seu cântico “Multidões”, contido no álbum Nunca pare de lutar, repete o título da canção por várias vezes. Veja um trecho abaixo:

Alarga o espaço da tua habitação

Alarga tua tenda, não impeça o mover de Deus

Porque vem chegando:

Multidões (7 x)

Não pára por aí, o Apóstolo Gilmar Britto, ministro de louvor do MIR também segue o mesmo exemplo, conforme podemos ver a seguir no trecho da canção “Grande multidão” do álbum Gerando Pérolas:

Te chamei pelo teu nome, te ungi pra conquistar

Te escolhi nesta geração, te plantei pra frutificar

Grande multidão (6 x)

Eu serei pai de grande multidão

Quero deixar claro que não tenho nada contra esses dois ministros de louvor, mas apenas analisar como o movimento G-12 inverte os valores bíblicos, levando os líderes a se esquecerem do que é mais importante do que números.

Não adianta se preocupar excessivamente em encher a igreja de membros e deixar de lado a estrutura.

É o mesmo que tentar construir um edifício de trinta andares, com um acabamento de primeira, com as janelas bonitas, elevadores de última tecnologia, um projeto cheio de beleza para os olhos humanos, sem, no entanto, preparar uma base que suportará todo o prédio.

Castellanos não se preocupa com esse fator, antes declara: 

Muitos dizem: ‘não me importa a quantidade, senão a qualidade’. Importou a Moisés se o povo contra o qual tinha que ir era pouco ou numeroso, uma vez que tinha sido chamado a conquistar grandes povos.[3]

Ele diz mais ainda:

Só aqueles que se movem guiados por um espírito de conformismo argumentarão que é mais importante a qualidade do crente do que a quantidade em uma igreja.[4]

A visão celular, segundo seu fundador, precisa ser aplicada na íntegra para funcionar, seu sucesso depende dessa implicação.[5]

Este tipo de declaração demonstra como o modelo celular é perigoso, pois exige obediência cega às doutrinas. Uma frase que ouvi por várias vezes no movimento é “não negocio a visão”.

No começo achava essa frase bonita, demonstrava como éramos fiéis à denominação, aos líderes e à própria visão. Mas ela está completamente errada. O que não podemos negociar não é a visão e sim a Palavra de Deus. Infelizmente essa é a posição assumida pela maior parte dos líderes.

Castellanos valoriza tanto a quantidade que até critica os pastores que “lamentavelmente têm poucos seguidores”.[6] É nessa inversão de valores e na adaptação do Evangelho, através do âmago de querer ser grande que, as multidões realmente vêm.

As religiões orientais são bastante atrativas por causa da maneira pela qual tratam as pessoas, usando de técnicas psicológicas de auto-ajuda. “Você é grande. Você é importante. Você é… Você é… Você.. Você.”.Temos até pregadores “evangélicos” sugerindo que somos deuses. Desta forma, multidões têm vindo, mas não necessariamente se convertendo dos seus maus caminhos.

A primeira vez em que foi sugerido ao homem ser um deus, está relatado em Gn 3.5: “Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal”, disse a serpente.

O Bispo Earl Paulk, falecido em 2009, foi um dos fortes representantes do movimento neo-pentecostal e pastoreou uma das primeiras mega-igrejas independentes dos EUA.

Dentre suas várias controvérsias, ele chegou a afirmar em uma de suas obras que “Até que compreendamos que somos pequenos deuses e comecemos a agir como pequenos deuses, não podemos manifestar o reino de Deus”.[7]

Como alguns líderes não se preocupam com a qualidade dos frutos e ainda interpretam que estes estão ligados a quantidade, Paulk chegou a tornar-se referência internacional, em função do sucesso numérico.

O movimento de adaptação do Evangelho visa tão somente encher seus templos, pois além do resultado numérico há o retorno financeiro.

Paulk também defendeu a teologia da inclusão gay e embora isso tenha trazido sérias críticas a seu ministério, continuou a ser referência para muitos.

No G-12, a cobrança pelo cumprimento das metas, tem levado as pessoas ao antinomianismo. Várias pessoas vem para a denominação, tornam-se 12 de alguém, são batizados independentemente da maneira como estão vivendo (fumantes, casais amaziados, etc) e entram para o hall de membros.

Entenda, caro leitor. Todas as pessoas são chamadas para o Evangelho e devem vir a Cristo com estão, mas “se alguém está em Cristo, Nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.

Isso significa que nossas igrejas estão abertas para o homossexual, para o idólatra, para o ladrão, para a prostituta, enfim, para quem quer que seja, mas que devemos pregar a Palavra viva do nosso Deus, a qual gera homens e mulheres mudados, ex-homossexuais, ex-idólatras, ex-ladrões, ex-prostitutas, ex-mundanos, homens e mulheres regenerados, isto é, nascidos de novo.

O bom cristão não se conforma com o mundo, mas possui uma nova mente, transformada e renovada, a mente de Cristo (Rm 12.2; 1 Co 2.16).

Ante essa fome pelos números, pela multidão, vemos o próprio Jesus ensinando acerca do verdadeiro camimho que conduz à salvação. Ele mostra que existe um largo, através do qual muitos são os que passam por ele.

Todavia, o verdadeiro caminho, é estreito, apertado, mas conduz à vida e poucos são os que seguem esse trajeto (Mt 7.13,14). Não invertamos os valores; negociemos visões humanas e não abramos mão de seguirmos a Palavra que é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos.

[1] HENDRIKSEN, Willian. Comentário do Novo Testamento – Lucas, Volume I. Cultura Cristã. São Paulo, 2003, p. 321.

[2] PETERS, George. A theology of Church Growth. Grand Rapids, Michigan. Zodervan, 1981, p. 23-24.

[3] CASTELLANOS, César. Liderança de Sucesso Através dos 12. Palavra da Fé Produções. São Paulo, 2000, p. 156.

[4] CASTELLANOS, César. Sonha e ganharás o mundo. Palavra da Fé Produções. São Paulo, 1999, p.68.

[5] CASTELLANOS, César. Liderança de Sucesso Através dos 12. Palavra da Fé Produções. São Paulo, 2000, p. 225.

[6] Ibid. p. 197.

[7] PAULK, Earl. Satan Unmasked, 1984, p. 97.

Extraído do livro “A Verdade Sobre o G12″, Couto 

 

                       Movimento celular e suas atividades 

Embora pareça contraditório dizer que há excesso de reuniões em um movimento que tem apenas um culto por semana, é o que o modelo acaba exigindo dos fiéis. Principalmente os da primeira geração de 12, quando estes não trabalham em tempo integral na igreja.

A visão celular é idolatrada. Por várias vezes vi líderes incentivando outras denominações a aderirem ao modelo. Faziam marketing do G-12.

Sob esse prisma de que a visão é a solução dos nossos problemas, o Ministério Monte Sião, em um dos artigos postados em seu site pergunta “o que acontece quando não há trabalho celular?”[1] O próprio autor do estudo enumera pelo menos nove desvantagens de não ser gedozista:

  • Igrejas pequenas.
  • Pessoas não são pastoreadas.
  • As pessoas entram pela porta da frente e saem pela dos fundos.
  • Pastor carrega o trabalho.
  • O potencial de liderança não é aproveitado – uns poucos se perpetuam na liderança.
  • Pessoas desmotivadas. A estrutura centralizadora favorece a acomodação.
  • Crescimento lento.
  • Incapacidade de reprodução.
  • Insatisfação (necessidades individuais não atendidas – falta de oportunidades).

 

Cada um dos pontos são passíveis de refutação, entretanto, vou me concentrar em apenas dois: 1) Pessoas não são pastoreadas e 2) Pastor carrega o trabalho.

  1. Pessoas não são pastoreadas– No modelo celular, as reuniões que edificam o corpo em conhecimento, tais como cultos de ensinamento e EBD são retiradas, restando apenas um culto dominical, que é o de celebração (Igrejas em células, não com células).

A proposta da visão é discipular mais de perto as ovelhas, como um pastor não teria a capacidade de fazê-lo sozinho para milhares de membros, ele se concentra então em apenas 12.

Toda semana, o pastor se reúne com esse discípulo e teoricamente, ensina-o a guardar todas as coisas que Jesus ordenou (Mt 28.20). Digo teoricamente porque os estudos que são utilizados são voltados para a visão e não teológicos. Basta olhar no site do MIR, na aba de estudos para os 12.

São materiais direcionados e não com o verdadeiro teor bíblico. Além disso é empreendido tempo para remexer na intimidade de alguns seguidores e até mesmo alinhar o que está acontecendo nas células.

Dessa forma a probabilidade de sair fofocas é grande (e sempre sai), pois fatos da vida de outras pessoas são contados e por mais que se defenda que entre os 12 há aliança e que não deve sair nada, isso não é o suficiente, sempre alguém tem um “amigo confidente” que divide até mesmo os segredos de estado.

Essa informação pode ser confirmada através do relato da pastora Roselaine Perez que fez parte do movimento por aproximadamente cinco anos. Veja um trecho de seu “tristemunho”:

Quase perdi Jesus de vista. Minha família ficou relegada ao que sobrava de mim, minha filha mais velha, hoje com 23 anos, demorou um bom tempo para me perdoar por eu ter repartido a maternidade com tantas sanguessugas que me usavam para satisfazer sua sede de poder. Minha mãe teve dificuldade para se abrir comigo durante muito tempo porque, segundo ela, só conseguia me ver como a Pastora dura e ditadora. Tenho lutado diariamente para que ela me veja somente como filha. Fui responsável por manter minha Igreja em regime escravo (mesmo que isso estivesse numa embalagem maravilhosa), por ajudar a alimentar a ganância de muitos, por não guardá-los dessa loucura. Colaborei com a neurotização da fé de muitos, por causa da perseguição desenfreada pela perfeição e por uma santidade inalcançável. Fiquei neurótica eu mesma, precisando lançar mão de ajuda psicológica devido a crises interiores inenarráveis, ao passo que desenvolvia uma doença psíquica de esgotamento chamada Síndrome de Burnout, hoje sob controle. Vendi a idéia da aliança incondicional do discípulo com o discipulador, afastando sutilmente as pessoas da dependência de Deus. Invadi a vida de muitos a título de discipulado, cuidando até de quantas relações sexuais as discípulas tinham por semana, sem que isso causasse ofensa ou espanto. Opinei sobre o que o discípulo deveria comprar ou não, tendo “direito” de vetar o que não achasse conveniente. A menor sombra de discordância por parte do discípulo era imediatamente reprimida, sem qualquer respeito. Quando isso acontecia os demais tomavam como exemplo e evitavam contrariar o líder. Aceitei que fosse tirada do povo a única diretriz eficaz contra as ciladas do diabo: a Bíblia. Não que ela não fosse utilizada, mas isso era feito de forma direcionada, para fortalecer os conceitos da Visão. Paramos de estudar assuntos que traziam crescimento para nos tornarmos robôs de uma linha de montagem, manipuláveis, dogmatizados. Fomentei a disputa de poder entre os irmãos ignorando os sentimentos dos que iam ficando para trás (…) Dentro da Visão, nossa Igreja esteve entre as que mais cresceram e deram certo na região, mas desistimos porque, acima de todo homem e todo método, somos escravos de Cristo.[2]

Diante dessa falsa aparência de pastoreio mais eficaz é que a visão vai escondendo suas falhas. São reuniões e mais reuniões. Reunião de 12 uma vez por semana com o pastor, reunião de 12 com os da segunda geração uma vez por semana, células uma vez por semana, reuniões dos ministérios (quem ensaia em grupos de louvor, por exemplo), visitas para novos convertidos, consolidação, visita para os discípulos, reuniões, reuniões, reuniões…

O que estava acontecendo comigo e com os demais era um cansaço crônico, em função do ativismo religioso. Não tinha um dia que não estávamos cansados. Os irmãos que trabalhavam em atividade mais pesada então, pareciam zumbis em alguns momentos.

Sempre ouvíamos reclamações de cansaço físico, porém, a culpa era do diabo, segundo a visão deles. Ai de quem discordasse, pois tínhamos uma aliança (mais a frente falarei sobre isso).

O desgaste físico era reflexo da batalha espiritual, pois o inimigo estava furioso com a conquista das vidas. Era assim que enxergavam.

Esse cansaço havia atingido o corpo e a mente das pessoas. Algumas vezes éramos surpreendidos por respostas grosseiras de alguns líderes em função da falta de paciência. Muitos estavam estressados e tinham posturas reativas. Era automático, de repente já tinham falado.

  1. Pastor carrega o trabalho– De acordo com o estudo do Ministério Monte Sião, nas igrejas tradicionais (é assim que tratam os que não são gedozistas) o pastor fica sobrecarregado. Bom, depois de entender como é o sistema do G-12 fica claro que quem pastoreia a igreja não é o pastor e sim os 12. O pastor se encarrega de pastorear apenas os doze homens que caminham consigo.

Eu poderia na verdade, parafrasear o estudo já citado da seguinte forma: “o que acontece quando não há trabalho celular? Ah, o pastor trabalha, faz jus ao salário que possivelmente ganha. Apascenta o rebanho, ensina-os, distribui as responsabilidades, visita as ovelhas, cuida, motiva, sustenta, apoia no caminho da Justiça, sem todavia, ser movido por torpe ganância, mas de boa vontade e espontaneamente, ao passo que no G-12 o pastor tem tempo para cuidar de si mesmo, de sua casa e de seus negócios”.

Como são os 12 que pastoreiam a igreja, caso eles não sejam obreiros de tempo integral, como era o meu caso e é o de muitos, fica muito difícil ter tempo hábil para realizar todas as atribuições. Com isso, o tempo para a família vai sendo sugado e as pessoas servem à visão, ao invés de Cristo Jesus, o nosso Salvador.

[1] Monte Sião. Voltar aos princípios do primeiro século para enfrentar os desafios do último. Disponível em: http://www.montesiao.pro.br/estudos/visao/proposta_celular.html. Acesso em 18/05/11.

[2] PEREZ, Roselaine. Uma Sobrevivente da Visão Celular de Renê Terra Nova Conta Tudo. Disponível em: http://www.genizahvirtual.com/2010/11/uma-sobrevivente-da-visao-celular-de.html. Acesso em 05/05/11.

 Extraído do livro “A Verdade Sobre o G12″, Couto

 

FONTE CACP.ORG  

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