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escola dominical planejar o ensino
escola dominical planejar o ensino

Vejamos agora mais alguns pontos importantes no planejamento de uma                                           Escola biblica anual.

 

                                               Material didático 

O apostilamento das matérias e/ou emprego de livros pelos professores devem seguir o seguinte parâmetro:

 1) A direção da Escola Bíblica anual emitirá uma norma geral de ação (NGA) que regerá o evento, inclusive dispondo sobre o conteúdo programático (CP) de cada matéria. 2) Cada professor elaborará a apostila de sua matéria em conformidade com a NGA recebida da direção da Escola Bíblica, e a enviará à direção da Escola Bíblica em tempo hábil para sua impressão e utilização durante as aulas. 3) Em caso de utilização do livro, o professor o indicará e, ao mesmo tempo, elaborará um apropriado questionário referente à seção do livro que ele utilizará em suas aulas. Esse questionário também será enviado à direção da Escola Bíblica com a devida antecipação, a menos que o referido livro já o contenha.

 

                                  Ficha de aproveitamento escolar do aluno

 

Cada aluno matriculado na Escola Bíblica anual terá sua Ficha de Aproveitamento Escolar na secretaria da escola, contendo espaço para o registro completo do seu aproveitamento escolar, conforme a ciclagem da escola (ciclo de dois, três ou quatro anos).

 

                                         A avaliação escola do aluno

 

A norma geral de ação (NGA), a qual nos referimos há pouco, disporá sobre a avaliação escolar do aluno, inclusive sobre a modalidade de avaliação, formulários, sistema de valoração dos quesitos etc.O Certificado de Aproveitamento Escolar também não pode ser esquecido. Após o aluno freqüentar um ciclo completo na escola, e quitar as devidas taxas de serviços, deverá receber um certificado de aproveitamento escolar, mediante requerimento seu, em modelo fornecido pela escola.

 

 

                   Distribuição de carga  horária e turnos de aula

 

A seguir, apresentamos um modelo de distribuição de carga horária (CH) para uma Escola Bíblica de duração de uma semana.Ano: 1999. Período Letivo: 3 a 9 de maio. De 3 a 7 de maio, de segunda à sexta-feira, são 5 dias com seis horas/aula cada um. Ou seja, 30 horas/aula de 3 a 7 de maio. Nos dias 8 e 9, sábado e domingo, serão dois dias com quatro horas/aula cada, resultando em oito horas/aula na soma dos dois dias. Dessa forma, a Escola Bíblica anual de uma semana terá, ao todo, 38 horas/aula.

 

Aproveitando o mesmo exemplo, apresentamos a seguir como se daria a distribuição de carga horária por matéria.

 

1) Doutrinas Bíblicas (DB 1) – 10 horas/aula.2) Evangelização e Missões (EM) – 9 horas/aula.3) Hermenêutica e Exegese Bíblicas (HE 1) – 10 horas/aula.4) Português (PP 1) – 5 horas/aula5) Avaliação, uma por matéria (ou avaliação única) – 4 horas/aula.Total: 38 horas/aula.Vejamos, agora, um exemplo de distribuição de turnos de aula aproveitando o mesmo modelo. De 3 a 7 de maio, de segunda à sexta-feira, são cinco dias com três turnos (manhã/tarde/noite). Pode-se ter, nestes dias, duas aulas por turno, o que nos dá seis aulas por dia, resultando em 30 horas/aula de 3 a 7 de maio.

 

Nos dias 8 e 9 de maio, sábado e domingo, são dois dias que deverão ter dois turnos com aulas (manhã/tarde). Serão duas aulas por turno, ou seja, quatro aulas por dia, num total de 8 10 horas/aula nos dois últimos dias da Escola Bíblica. Ao todo, nos sete dias, 38 horas/aula.

 

                                       Conteúdo programático

 

Vejamos um exemplo de conteúdo programático para uma Escola Bíblica anual de uma semana de duração. Tomemos para o exemplo as matérias Doutrinas Bíblicas, Teologia Prática; Evangelização e Missões, e Hermenêutica e Exegese Bíblicas.

 

1) Doutrinas Bíblicas (DB 1) – Unidades de ensino (UE): Doutrina de Deus; Doutrina da Criação de Todas as Coisas; Doutrina do Pecado e Doutrina da Salvação. Cada assunto dessas unidades deve ser desdobrado. 2) Teologia prática (TP) (A vida cristã na prática) – Unidades de ensino (UE): a vida cristã em geral; o crente e a oração; o crente e o estudo da Palavra de Deus; o crente e o louvor e a adoração ao Senhor; o crente e a vontade de Deus em sua vida; o crente e a sua espiritualidade; o crente e a causa do Senhor; o crente e a contribuição financeira; o crente e a comunhão dos santos; o crente e a sua igreja local. 3) Evangelização e Missões (EM) – Unidades de ensino (UE): evangelização e missões vistas na Bíblia; evangelismo pessoal; evangelismo de massa; discipulado cristão; missões no passado e no presente,

 

4) Hermenêutica e Exegese Bíblicas (HE 1) – Unidades de ensino: Princípios de Hermenêutica Bíblica; Princípios de Exegese Bíblica e Exemplos Práticos de Hermenêutica e Exegese Bíblicas.Observação: Unidade de ensino (UE) é também conhecida como Plano de Unidade Didática (PUD).

 

CRESCER NO CONHECIMENTO SEM ESQUECER O PODER DO ALTO ANTES CRESCEI NA GRAÇA E CONHECIMENTO DE NOSSO SENHOR E SALVADOR, JESUS. A ELE SEJA DADA A GLÓRIA, ASSIM AGORA, COMO NO DIA DA ETERNIDADE. AMÉM”, 2 PE 3.18. O APÓSTOLO PEDRO TEVE SUAS DIFICULDADES NO INÍCIO DA SUA FÉ EM CRISTO, E TAMBÉM AO LONGO DELA, COMO REGISTRA O NOVO TESTAMENTO. JESUS, ANTES DO CALVÁRIO, CHEGOU A ADVERTI-LO DE QUE SATANÁS ESTAVA A TRAMAR CONTRA OS DOZE, INCLUSIVE ELE, PEDRO, PARA ARRUINAR A SUA FÉ. “DISSE-LHE TAMBÉM O SENHOR: SIMÃO, SIMÃO, EIS QUE SATANÁS VOS PEDIU PARA VOS CIRANDAR COMO TRIGO; MAS EU ROGUEI POR TI, PARA QUE TUA FÉ NÃO DESFALEÇA; E TU, QUANDO TE CONVERTERES, CONFIRMA TEUS IRMÃOS”, LC 22.31,32. O TEXTO BÍBLICO QUE ABRE ESTE ARTIGO MOSTRA-NOS QUE NA VIDA ESPIRITUAL, DO CRENTE MAIS SIMPLES AO LÍDER CRISTÃO MAIS DESTACADO, O ELEMENTO BASILAR É A FÉ EM CRISTO, PRIORIZADA, MANTIDA, FORTALECIDA, PURIFICADA, RENOVADA E, AO MESMO TEMPO, SEGUIDA DO CONHECIMENTO DE DEUS 

 

 

“Crescei na graça e conhecimento”, diz o texto Sagrado Essa ordem jamais deve ser invertida. Cuidar da nossa fé é cuidar do nosso crescente relacionamento e comunhão com Deus. Estamos falando da fé como elemento da natureza divina, como atributo de Deus (Atos 16: “...a fé que é por Ele...”; Gálatas 5.5: “...pelo Espírito da fé...”). 

 

A fé em Deus, basilar e primacial como é na vida do cristão, deve ser seguida do conhecimento espiritual. “Criado com as palavras da fé e da boa doutrina”, 1 Tm 4.6. Veja também 2 Pedro 1.5, onde o conhecimento deve seguir-se à fé. Fé sem conhecimento, segundo as Escrituras, leva ao descontrole, ao exagero, ao misticismo, ao sectarismo e ao fanatismo final e fatal. Sobre isso adverte-nos o versículo 17, anterior ao que abre o presente artigo , que os leitores farão bem em lê-lo. É oportuno observarmos que o dito versículo remete-nos claramente ao versículo 18, que estamos destacando. “Antes” é um termo conclusivo; refere-se a uma conclusão à qual se chega. 

 

“Antes crescei” – A vida cristã normal deve ser um crescer constante para a maturidade espiritual, como mostra 2 Coríntios 3.18: “Somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” Esse crescimento transformador deve ser homogêneo, uniforme, simétrico; caso contrário virão as anormalidades com suas consequências. Lembremo-nos do testemunho do apóstolo Paulo sobre si mesmo em 1 Coríntios 13.11, e o comparemos com o depoimento bíblico de Atos 9.19-30 e 11.25-30. Um crente sempre imaturo na graça e conhecimento de Deus é também um problema contínuo para ele mesmo, para outros à sua volta e para a sua congregação como um todo. E pior ainda é quando o cristão desavisado cuida apenas de seu conhecimento secular, terreno, humano, social, e também quando cuido do conhecimento bíblico e teológico sem antes e ao mesmo tempo renovar-se no poder do Alto, o poder do Espírito Santo, que nos vem pela imensurável graça de Deus em suas riquezas (Ef 2.7). Tudo mediante Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 

Crescimento do crente na graça de Deus – A graça de Deus é seu grandioso favor imerecido por todos nós pecadores. Essa maravilhosa graça divina é multiforme e abundante (1Pe 4.10; Ef 2.7). Nosso Deus é “o Deus de toda a graça” (1Pe 5.10). Menosprezar essa inefável graça divina é insultar o Espírito Santo, “o Espírito da graça” (Hb. 10.29). Só haverá crescimento na graça de Deus por parte do crente se este invocá-la, apoderar-se dela pela fé e cultivá-la em sua vida. “Minha graça te basta”, disse o Senhor a Paulo quando este orava por livramento (2 Co 12.8-10). 

Crescimento do crente no conhecimento – Esse conhecimento do crente na esfera da salvação, de que nos fala a Escritura, nos vem pelo Espírito Santo (Ef. 1.17, 18; Cl 1.9; 1Co 12.8). Cristo é a fonte e manancial da graça de Deus (Jo. 1.16, 17) e também o alvo do nosso conhecimento (Fp. 1.8,10). O conhecimento de Deus nos vem também pela comunhão com Ele, é óbvio, sendo um meio de usufruirmos mais de Sua graça (2Pe 1.2). Quem está crescendo na graça e no conhecimento de Deus ainda tem muito a crescer. Afirma o texto de João 1.17 “...e graça por graça...”. Se alguém estacionar no desenvolvimento de seu andar com Deus, virá o colapso. É como alguém sabiamente disse: “A verdadeira vida cristã é como andar de bicicleta; se você parar de avançar, você cai!”.

O Senhor Jesus ensinou, dizendo: “Se permanecerdes na minha Palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, Jo. 8.31,32. Não é, portanto, o conhecimento em si que liberta; ele é um meio provido por Deus para chegarmos à verdade. Há muitos na igreja com vasto conhecimento secular, teológico e bíblico, contudo repletos de dúvidas, interrogações, suposições e enganos quanto a Deus, quanto à salvação, quanto às Sagradas Escrituras etc. 

Como pode o crente crescer na graça e no conhecimento de Deus – Primeiro, orando sem cessar (1Ts 5.17; 2Co 12.8, 9; Jr 33.3). A oração é um precioso e eficaz meio de comunhão com Deus. Segundo, lendo e estudando a Bíblia continuamente (At 17.11; 1Pe 2.2; Sl 1.2, 3), e obedecendo a Deus, a partir da Sua Palavra (Sl 119.9. 11; Jo 14.21, 23). E também vivendo de modo agradável a Deus (e não somente em obediência a Deus) (Cl 1.10; 1Jo 3.22); testemunhando de Cristo e de Sua salvação (At 1.8; 5.42); permanecendo na doutrina do Senhor (At 2.42; Rm 6.17; 3Jo vv.3,4); frequentando a Casa de Deus (Hb 10.25; Lc 2.37; Sl 27.4); sendo ativo no serviço do Senhor (Mt 21.28); vivendo continuamente em santidade (Lc 1.75; 2Co 7.1); mantendo-se renovado espiritualmente (2Co 4.17; Ef 5.18) e experimentando a progressiva transformação espiritual pelo Espírito Santo, tendo Ele em nós plena liberdade para isso (2Co 3.18).

Sinais de “meninice” (não-crescimento) espiritual – Os cristãos da igreja de corinto tiveram este problema (1 Co 3.1, 2). Ver também Hebreus 5.12- 14. Crianças, no sentido físico, são fáceis de detectar; no sentido espiritual, também – havendo exceções, é evidente. A criança fala muito, mas não diz nada ou quase nada. A criança, por natureza, é egoísta. Tudo sou “eu” e o todo é “meu”. A criança brinca muito e também “briga” muito. A criança normal dorme muito – e dorme em qualquer lugar! A criança gosta muito de ruído, de barulho, e geralmente no momento e no lugar impróprios para os adultos. Quanto mais barulho, mais a criança gosta! A criança gosta muito de doces (Ler Provérbios 25.16,27 e Levítico 2.11). Doces engordam, mas engordar não é crescer, e nem sempre é sinal de saúde. 

A criança é muito sentimentalista. Ela vive pelo que sente. Por coisa mínima, a criança chora, amua-se e some da cena. A criança é muito crédula. Ela não discute nem questiona as coisas da vida em geral. Ela crê em tudo, sem argumentar. Ela aceita praticamente tudo sem averiguar, sem filtrar, sem discutir. 

A criança não gosta de disciplina. Ela não gosta de obedecer. Também a criança é fantasiosa. Ela exagera as coisas. Ela cria o seu próprio mundo de fantasia para si e vive esse seu mundo. A criança pequena não tem equilíbrio. Não tem firmeza. Com facilidade, ela tropeça, escorrega, cai e levanta-se. A criança é imitadora. Ela, se puder, imita tudo, inclusive o ato de trabalhar dos adultos, mas tudo imitação, e às vezes machuca-se por isso.