Translate this Page

Rating: 3.0/5 (867 votos)



ONLINE
3




Partilhe este Site...

 

 

<

Flag Counter

site, fee epub, link, get pdf, enter link, free book, download book, this link, free book, download pdf,

inspiração do antigo testamento introdução
inspiração do antigo testamento introdução

 

 

        A Credibilidade e Inspiração do Antigo Testamento  

 “Buscai no livro do SENHOR e lede; nenhuma dessas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a sua própria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará” (Is 34.16).

Isaías profetiza um juízo vindouro sobre todos os ímpios, i.e., todos aqueles que são hostis a Deus e à sua Palavra.Verdade Prática:O Antigo Testamento resistiu a exames metódicos e criteriosos ao longo dos séculos sobre sua credibilidade e ainda desafia qualquer um que duvide de sua inspiração divina.

Leitura Diária:

Segunda Jo 10.35 A Escritura não pode ser anulada

35Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada),

SOIS DEUSES? Esta declaração de Jesus não ensina, em hipótese alguma, que os crentes devem considerar-se deuses. A Bíblia afirma, pelo contrário, que aqueles que se declaram deuses serão condenados por Deus. O Senhor declara: "Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu" (Jr 10.11). (1) A expressão "sois deuses" foi dita por Deus em relação aos governantes corruptos de Israel que julgavam com injustiça, demonstravam parcialidade com os iníquos e tratavam com crueldade as crianças (Sl 82.1-6). Tais governantes, que se julgavam deuses, sofreriam o juízo divino e morreriam (Sl 82.7). (2) Declarar-se deus é o pecado que caracterizará o Anticristo na sua manifestação (ver 2 Ts 2.4).

Terça  Sl 119.89 A Palavra de Deus permanece para sempre no céu

89Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu.

JESUS é o "Logos" de DEUS e é DEUS mesmo, portanto esta Palavra é eterna.O Termo Logos: Este termo grego foi utilizado no N.T. cerca de 200 vezes para indicar a Palavra de Deus Escrita, e 7 vezes para indicar o Filho de Deus (Jo.1:1,14; IJo.1:1;5:7; Ap.19:13). Eles são para Deus o que a expressão é para o pensamento e o que a fala é para a razão, portanto o Logos de Deus é a expressão de Deus, quer seja na forma escrita ou viva (Compare Jo.14:6 com Jo.17:17). Quarta Mc 7.13 O Senhor Jesus chamou as Escrituras de a Palavra de Deus13invalidando, assim, a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.Se o próprio DEUS a chama de "Palavra de DEUS" é uma grande ousadia e loucura dizer qualquer coisa em contrário.

Quinta 1 Pe 1.25 A Palavra de Deus atravessou os séculos incólume

25mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada.

A PALAVRA DO SENHOR PERMANECE PARA SEMPRE. A citação que Pedro faz de Is 40.8 indica que toda glória e realizações humanas, tais como a cultura, a ciência, a filosofia estão em constante mudança (cf. Sl 90.5-10; Tg 4.13-17), mas a Palavra de Deus permanece para sempre. Por isso, todos os projetos humanos e o pensamento do mundo atual precisam ser sempre julgados pela Bíblia, ao invés de a Bíblia ser julgada por eles. Aqueles que torcem a Palavra de Deus para conformá-la às tendências intelectuais e débeis padrões da sua geração, estão traindo a "palavra de Deus, viva e que permanece para sempre" (v. 23).

Sexta Sl 138.2 Deus engrandeceu a sua Palavra

2Inclinar-me-ei para o teu santo templo e louvarei o teu nome, pela tua benignidade e pela sua verdade; pois engrandeceste a tua palavra acima de todo o teu nome.

Diante de JESUS todo joelho terá que se dobrar e a Palavra de DEUS prevalecerá sobre todos os livros e palavras ditas por todos os homens em todas as épocas.

Sábado Jo 17.17 A Palavra de Deus é a Verdade

17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

SANTIFICA-OS NA VERDADE. Santificar significa tornar santo, separar. Jesus ora na noite da véspera da sua crucificação, para que seus discípulos sejam um povo santo, separados do mundo e do pecado, para adorar a Deus e servi-lo. Devem separar-se para estarem perto de Deus, para viverem para Ele e para serem semelhantes a Ele. Essa santificação vem pela dedicação à verdade revelada pelo Espírito da verdade (cf. 14.17; 16.13). A verdade é tanto a Palavra viva de Deus (ver 1.1), como a revelação da Palavra escrita de Deus.

Leitura Bíblica Em Classe:

2 Timóteo 3.14-17

14Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.15

E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.16Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça,17para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

Deuteronômio 4.2; 12.32

2Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando.

32Tudo o que eu te ordeno observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás.

Provérbios 30.5,6

5Toda palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.6Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso. Ap 22.18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;

Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:

1- Definir a palavra teopneustia.

2- Citar três provas da inspiração da Bíblia.

3- Identificar a garantia de autenticidade dos livros sagrados.

Comentários  INTRODUÇÃO

A autoridade do Antigo Testamento decorre de sua inspiração divina. O próprio Senhor Jesus Cristo reconheceu-a e a declarou mais de uma vez. Quanto à transmissão do texto sagrado, permanece este intacto. A revelação divina por meio das Escrituras foi preservada para todos os povos e para todas as eras. Deus prometeu que a sua Palavra subsistiria para sempre (Is 40.8; 1 Pe 1.25). A autenticidade dos textos bíblicos está acima de qualquer suspeita.

  1. SUA INSPIRAÇÃO

INSPIRAÇÃO:

É a operação divina que influenciou os escritores bíblicos, capacitando-os a receber a mensagem divina, e que os moveu a transcrevê-la com exatidão, impedindo-os de cometerem erros e omissões, de modo que ela recebeu autoridade divina e infalível, garantindo a exata transferência da verdade revelada de Deus para a linguagem humana inteligível (ICo.10:13; IITm.3:16; IIPe.1:20,21).

 

  1. O Antigo Testamento é de origem divina. Cremos na inspiração divina do Velho Testamento. Muitas religiões se baseiam em documentos humanos. Por exemplo: o Livro dos Mórmons e os textos de Ellen White, que se apresenta como continuadora da Escritura. Cremos que Deus se revelou e inspirou os homens que escreveram o Velho Testamento. É algo sobrenatural.
  2. A teopneustia. A palavra grega traduzida por “inspirada por Deus” ou “divinamente inspirada” é theopneustos. INSPIRAÇÃO = Traduzida da palavra grega: theopneustos que traduzido quer dizer soprada por Deus. No Latim: inspiro (para dentro). Deus soprou para dentro dos homens.
  3. Movidos pelo Espírito Santo.

O fato é que o homem não é inspirado, mas a Palavra de Deus é que é expirada (Compare Jó.32:8; 33:4; com Ez.36:27; 37:9). A ARA. (Almeida Revista e Atualizada), porém, apesar de utilizar o termo inspiração em IITm.3:16, usa, com acerto, o verbo mover em IIPe.1:21, como tradução do vocábulo grego pherô, que significa exatamente mover ou conduzir.

A iluminação não se limita a questões comuns, mas pode atingir as coisas profundas de Deus (ICo.2:10) porque o Mestre Divino está no coração do crente e, portanto, ele não houve uma voz falando de fora e em determinados momentos, mas a mente e o coração são sobrenaturalmente despertados de dentro (ICo.2:16). Este despertamento do Espírito pode ser prejudicado pelo pecado, pois é dito que o cristão que é espiritual discerne todas as coisas (ICo.2:15), ao passo que aquele que é carnal não pode receber as verdades mais profundas de Deus que são comparadas ao alimento sólido (ICo.2:15;3:1-3; Hb.5:12-14).

A iluminação, a inspiração e a revelação estão estritamente ligadas, porém podem ser independentes, pois há inspiração sem revelação (Lc.1:1-3; IJo.1:1-4); inspiração com revelação (Ap.1:1-11); inspiração sem iluminação (IPe.1:10-12); iluminação sem inspiração (Ef.1:18) e sem revelação (ICo.2:12; Jd.3); revelação sem iluminação (IPe.1:10-12) e sem inspiração (Ap.10:3,4; Ex.20:1-22). E’ digno de nota que encontramos estes três ministérios do Espirito Santo mencionados em uma só passagem (ICo.2:9-13); a revelação no versículo 10; a iluminação no versículo 12 e a inspiração no versículo 13.

  1. PROVAS DA INSPIRAÇÃO DA BÍBLIA

Além de unir numa só linha de pensamento escritores de diversas épocas, lugares e culturas, a inspiração divina das Escrituras é atestada sobretudo pelo próprio testemunho da história, através do cumprimento de suas profecias.

  1. Sua inerrância.

INERRÂNCIA OU INFALIBILIDADE: Inerrância significa que a verdade é transmitida em palavras que, entendidas no sentido em que foram empregadas, entendidas no sentido que realmente se destinavam a ter, não expressam erro algum.

A inspiração garante a inerrância da Bíblia. Inerrância não significa que os escritores não tinham faltas na vida, mas que foram preservados de erros os seus ensinos. Eles podem ter tido concepções errôneas acerca de muitas coisas, mas não as ensinaram; por exemplo, quanto à terra, às estrelas, às leis naturais, à geografia, à vida política e social etc.

Também não significa que não se possa interpretar erroneamente o texto ou que ele não possa ser mal compreendido.A inerrância não nega a flexibilidade da linguagem como veículo de comunicação. É muitas vezes difícil transmitir com exatidão um pensamento por causa desta flexibilidade de linguagem ou por causa de possível variação no sentido das palavras.

A Bíblia vem de Deus. Será que Deus nos deu um livro de instrução religiosa repleto de erros? Se ele possui erros sob a forma de uma pretensa revelação, perpetua os erros e as trevas que professa remover. Pode-se admitir que um Deus Santo adicione a sanção do seu nome a algo que não seja a expressão exata da verdade?.Diz-se que a Bíblia é parcialmente verdadeira e parcialmente falsa. Se é parcialmente falsa, como se explica que Deus tenha posto o seu selo sobre toda ela? Se ela é parcialmente verdadeira e parcialmente falsa, então a vida e a morte estão a depender de um processo de separação entre o certo e o errado, que o homem não pode realizar.

Cristo declara que a incredulidade é ofensa digna de castigo. Isto implica na veracidade daquilo que tem de ser crido, porque Deus não pode castigar o homem por descrer no que não é verdadeiro (Sl.119:140,142; Mt.5:18; Jo.10:35; Jo.17:17). Aqueles que negam a infalibilidade da Bíblia, geralmente estão prontos a confiar na falibilidade de suas próprias opiniões. Como exemplo de opinião falível encontramos aqueles que atribuem erro à passagem de IRs.7:23 onde lemos que o mar de fundição tinha dez côvados de diâmetro de uma borda até a outra, ao passo que um cordão de trinta côvados o cingia em redor. Sendo assim, tem-se dito que a Bíblia faz o valor do Pi ser 3 em vez de 3,1416. Mas uma vez que não sabemos se a linha em redor era na extremidade da borda ou debaixo da mesma, como parece sugerir o versículo seguinte (v.24) não podemos chegar a uma conclusão definitiva, e devemos ser cautelosos ao atribuir erro ao escritor.

Outro exemplo utilizado para contrariar a inerrância da Bíblia, encontra-se em ICo.10:8 onde lemos que 23.000 homens morreram no deserto, enquanto que Nm.25:9 diz que morreram 24.000. Acontece que em Números nós temos o número total dos mortos, ao passo que em I aos Coríntios nós temos o número parcial que somado ao restante dos homens relacionados nos versículos 9 e 10, deverá contabilizar o total de 24.000.A inerrância não abrange as cópias dos manuscritos, mas atinge somente os autógrafos, isto é, os originais. Desse modo encontramos os seguintes tipos de erros nos manuscritos:

  1. A) Erros Involuntários: Cometidos pelos escribas do N.T. devido a sua falta ou defeito de visão, defeitos de audição ou falhas mentais.

1) Falhas de Visão: Em Rm.6:5 muitos manuscritos (MSS) tem ama (juntos), mas há alguns que trazem alla (porém). Os dois lambdas juntos deram ao copista a idéia de um mi. Em At.15:40 onde há eplexamenoc (tendo escolhido) aparece no Códice Beza epdexamenoc (tendo recebido) onde o lambda maiúsculo é confundido com um delta maiúsculo.

Há também confusão de sílabas, como é o caso de ITm.3:16 onde o manuscrito D traz homologoumen ôs (nós confessamos que) em vez de homologoumenôs (sem dúvida).

O erro visual chamado parablopse (um olhar ao lado) é facilitado pelo homoioteleuton, que é o final igual de duas linhas, levando o escriba a saltar uma delas, ou pelo homoioarchon, que são duas linhas com o mesmo início.

O Códice Vaticano, em Jo.17:15, não contém as palavras entre parênteses: "Não rogo que os tires do (mundo, mas que os guardes do) maligno". Consultando o N.T. grego veremos que as duas linhas terminavam de maneira idêntica, em autos ek tou, no manuscrito que o escriba de B copiava.Lc.18:39 não aparece nos manuscritos 33, 57, 103 e b, devido a um final de frase igual na sentença anterior no manuscrito do qual eles se derivam.O Códice Laudiano tem um exemplo no versículo 4 do Capítulo 2 do livro de Atos: "Et repleti sunt et repleti sunt omnes spiritu sancto", sendo este em caso de adição, chamado ditografia, que é a repetição de uma letra, sílaba ou palavras.

2) Falhas de Audição: Era costume muitos escribas se reunirem numa sala enquanto um leitor lhes ditava o texto sagrado. Desse modo o ouvido traía o escriba até mesmo quando o copista solitário ditava a si próprio. Em Rm.5:1 encontramos um destes casos, onde as variantes echômen e echomen foram confundidas. IPe.2:3 também apresenta um caso semelhante com as variantes cristos (Cristo) e crestos (gentil), esta última encontrada nos manuscritos K e L.No grego coinê as vogais e ditongos pronunciavam-se de modo igual dentro das respectivas classes. É o caso de ICo.15:54 onde o termo nikos (vitória), foi confundido por neikos (conflito), sendo que aparece em P46 e B como "tragada foi a morte no conflito".Em Ap.15:6 onde se lê "vestidos de linho puro" a palavra grega linon é substituída por lithon nos manuscritos A e C "vestidos de pedra pura". Desse modo uma só letra que o ouvido menos apurado não entendeu direito e que produziu completa mudança de sentido, torna-se erro grosseiro e hilariante.

3) Falhas da Mente: Quando a mente do escriba o traía, chegava a cometer erros que variavam desde a substituição de sinônimos, como o caso da preposição ek por apo, até a transposição de letras dentro de uma palavra, como o caso de Jo.5:39, onde Jesus disse "porque elas dão testemunho de mim" (ai marturousai) e o escriba do manuscrito D escreveu "porque elas pecam a respeito de mim" (hamartanousai).

  1. B) Erros Intencionais: Erros que não se originaram de negligência ou distração dos escribas, mas antes de suspeita de alteração, principalmente doutrinária.

1) Harmonização: Ao copiar os sinópticos, o escriba era levado a harmonizar passagens paralelas. E’ o caso de Mt.12:13 onde se lê "...estende a tua mão. E ele estendeu; e ela foi restaurada como a outra". Em alguns manuscritos de Marcos o texto pára em "restaurada", sendo que em outros o escriba acrescentou as palavras "como a outra" para harmonizá-lo com Mateus.

Outro tipo de harmonização ocorre quando os escribas faziam o texto do N.T. conformar-se com o A.T. Por exemplo, em Mc.1:1 os escribas do W e Bizantinos mudaram "no profeta Isaias" para "nos profetas" porque verificaram que a citação não é só de Isaias.

2) Correções Doutrinárias: Certo escriba, copiando Mt.24:36 omitiu as palavras "nem o Filho", pois o escriba sabia que Jesus era onisciente, e deduziu que alguém havia cometido erro (Alefe, W, Bizantino).

Os manuscritos da Velha Latina e da Versão Gótica apresentam como acréscimo, em Lc.1:3, a frase "e ao Espírito Santo" como "empréstimo" de At.15:28.

3) Correções Exegéticas: Passagens de difícil interpretação eram alvo dos escribas que tentavam completar o seu sentido através de interpolação e supressões.

Um caso de interpolação encontra-se em Mt.26:15 onde as palavras "trinta moedas de prata" foram alteradas para "trinta estateres" nos MSS D, a e b, afim de definir o tipo de moeda mencionada. Mais tarde outros escribas (dos manuscritos 1, 209 e h) que conheciam os dois textos, juntaram-no produzindo a frase "trinta estateres de prata".

4) Acréscimos Naturais ou de Notas Marginais: Determinado leitor do Códice 1518 anotou nas margens de Tg.1:5 a expressão êgeumatikês kai ouk anthrôpines (espiritual e não humana). Quando este Códice foi copiado, o escriba do manuscritos 603 incluiu esta expressão no texto: "Se alguém de vós tem falta de sabedoria espiritual e não humana, peça-a a Deus...".

  1. Suas profecias.

 Argumento da Profecia Cumprida: Muitas profecias a respeito de Cristo se cumpriram integralmente, sendo que a mais próxima do primeiro advento, foi pronunciada 165 anos antes de seu cumprimento. As profecias a respeito da dispersão de Israel também, se cumpriram (Dt.28; Jr.15:4;l6:13; Os.3:4 etc); da conquista de Samaria e preservação de Judá (Is.7:6-8; Os.1:6,7; IRs.14:15); do cativeiro babilônico sobre Judá e Jerusalém (Is.39:6; Jr.25:9-12); sobre a destruição final de Samaria (Mq.1:6-9); sobre a restauração de Jerusalém (Jr.29:10-14), etc

  1. Sua unidade.

3.1) Escritores Competentes: Possuíam as qualificações necessárias, receberam investidura do Espírito Santo e assim escreveram não somente guiados pela memória, apresentações de testemunho oral e escrito, e discernimento espiritual, mas como escritores qualificados pelo Espírito Santo.

3.2) Escritores Honestos: O tom moral de seus escritos, sua preocupação com a verdade, e a circunstância de seus registros indicam que não eram enganadores intencionais mais sim homens honestos. O seu testemunho pôs em perigo seus interesses materiais, posição social, e suas próprias vidas. Por quê razão inventariam uma estória que condena a hipocrisia e é contrária a suas crenças herdadas, pagando com suas próprias vidas?

3.3) Harmonia: Os sinópticos não se contradizem mas suplementam um ao outro. Os vinte e sete livros do N.T. apresentam um quadro harmonioso de Jesus Cristo e Sua obra.

 

III. AUTENTICIDADE DAS CÓPIAS DOS MANUSCRITOS

Acima temos comentários sobre isso no tópico II

  1. Os autógrafos.
  2. O método de cópia dos manuscritos.
  3. A credibilidade dos manuscritos.
  4. OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO

Após uma espera de 54 anos, manuscritos do mar Morto são editados na íntegra

A editora Oxford University Press acaba de anunciar nos Estados Unidos a publicação dos últimos volumes dos manuscritos do mar Morto. O conjunto dos 39 volumes, apresentado sob o título geral de "Discoveries in the Judaean Desert" (Descobertas no deserto de Judá), está completo desde janeiro, com o lançamento do último volume, o qual inclui uma introdução geral e um índice remissivo.

Os Manuscritos do Mar Morto contêm textos mais velhos que o Antigo Testamento, cerca de 1000 anos, mais especificamente. Ficaram esquecidos por 2000 anos e resistiram ao tempo, em jarros de barro, graças ao clima seco da região.

Mais uma vez, encontramos textos antigos falando de carros celestes, de filhos do céu, de rodas e da fumaça que as aparições voadoras espalham a seu redor :

"Atrás dos seres vi um carro que tinha rodas de fogo e cada roda estava cheia de olhos em toda a volta e em cima das rodas havia um trono e este estava coberto por fogo, que fluía em sua volta." Uma observação astronômica tem o título: "Palavras daquele que é sensato, dirigidas a todos os filhos da aurora".

Até hoje não sabemos quem teria escrito nesses rolos, nem quem eram os habitantes da Vila de Qumran, mas, para satisfazer os curiosos, os manuscritos estão expostos no Museu de Israel, em Jerusalém.

Fragmento de um rolo de pergaminho dos  abaixo.

Manuscritos do Mar Morto

Intrigantes, inquietantes, polêmicos e esclarecedores. Apenas um misto de palavras pode definir o que são os Manuscritos do Mar Morto e sua importância para os estudiosos da religião.Descobertos em 1947 por um garoto beduíno que pastoreava cabras ao largo das cavernas de Qumrã, nos arredores do Mar Morto, e vendidos pelo amigo desse pastorzinho a um estudioso judeu e um padre, esses rolos de pergaminho, pele e bronze achados em jarros de barro, que já viajaram o mundo, passando pelas mãos de estudiosos e catedráticos, têm feito uma verdadeira revolução no estudo do judaísmo e do cristianismo do século I.

Apresentados ao mundo, os Manuscritos do Mar Morto tem influenciado e esclarecido, desmistificado e reafirmado vários pontos do panorama bíblico.Mas, apesar disso tudo, perguntas ficam no ar sempre que esses manuscritos são citados, pois, constantemente, ouve-se muita polêmica ao seu redor. A primeira pergunta que logo se faz é qual o importante legado que esses pergaminhos deixaram para a estudo bíblico? Como e porque esses antigos escritos podem ajudar na compreensão do século I, do judaísmo e do cristianismo primitivo?

Essa intrigantes perguntas vão aos poucos sendo respondidas quando se começa a descobrir o dia-a-dia da comunidade de Qumrã, seus hábitos, leis e crenças. Quando se começa a tomar conhecimento do que realmente se passava no panorama político, econômico e social da época dos qumramitas. Miraculosamente, uma novo modo de pensar é revelado quando se toma contato com esse admirável novo mundo bíblico.E mais, passa-se a ver que os Manuscritos do Mar Morto foram um descoberta de valor inestimável, pois tanto confirmam a integridade e validade do texto bíblico (vide o rolo do livro de Isaías, onde, em todo texto, achou-se apenas sete variantes, sendo seis palavras diferentes, porém sinônimas, e uma que, apesar de não ser sinômina, em nada alterava a integridade do livro) como também esclarecem o texto, pois tiram o véu do mistério que encobria o real modo de pensar, viver e acreditar das pessoas mais próximas a época do início do cristianismo.

 

  1. A grande descoberta.
  2. A data dos rolos do mar Morto.
  3. A origem dos manuscritos do mar Morto.

CONCLUSÃO

A autoridade do Antigo Testamento está inseparavelmente ligada à sua origem e propósito. Sua credibilidade surpreende o mundo até os dias atuais. Além dos manuscritos hebraicos, há milhares de textos traduzidos para outras línguas e mais as descobertas do mar Morto. Diante de tudo isso, quem ousará investir contra a autenticidade da Bíblia? A Palavra de Deus foi por Ele milagrosamente preservada (Jr 1.12). Não temos os autógrafos, porém o tão elevado número de cópias existentes e harmônicas entre si garante a autenticidade dos livros das Escrituras Sagradas.

Ao confiarmos que a autoridade das Escrituras envolve a verdade total da Bíblia, estamos conscientemente nos posicionando ao lado de Cristo e de Seus apóstolos, aliás, ao lado da Bíblia inteira e da principal vertente da história da igreja, desde os primeiros dias até bem recentemente. Estamos preocupados com a maneira casual, inadvertida e aparentemente impensada como uma crença de importância e alcance tão vastos foi por tantas pessoas abandonada em nossos dias.

Também estamos cônscios de que uma grande e grave confusão é resultado de parar de afirmar a total veracidade da Bíblia, cuja autoridade as pessoas professam conhecer. O resultado de dar esse passo é que a Bíblia que Deus entregou perde sua autoridade e, no lugar disso, o que tem autoridade é uma Bíblia com o conteúdo reduzido de acordo com as exigências do raciocínio crítico das pessoas, sendo que, a partir do momento em que a pessoa deu início a essa redução, esse conteúdo pode em princípio ser reduzido mais e mais. Isto significa que, no fundo, a razão independente possui atualmente a autoridade, em oposição ao ensino das Escrituras. Se isso não é visto e se, por enquanto, ainda são sustentadas as doutrinas evangélicas fundamentais, as pessoas que negam a total veracidade das Escrituras podem reivindicar uma identidade com os evangélicos, ao mesmo tempo em que, metodologicamente, se afastaram da posição evangélica acerca do conhecimento para um subjetivismo instável, e não acharão difícil ir ainda mais longe.

Afirmamos que aquilo que as Escrituras dizem, Deus diz. Que Ele seja glorificado. Amém e amém.

A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS

2Tm 3.16,17 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2Tm 3.16, refere-se principalmente aos escritos do AT (3.15). Há evidências, porém, de que escritos do NT já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2Tm (1Tm 5.18, cita Lc 10.7; 2Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do AT quanto do NT, i.e., a Bíblia. São (os escritos) a mensagem original de Deus para a humanidade, e o único testemunho infalível da graça salvífica de Deus para todas as pessoas.

(1) Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus. A palavra “inspirada” (gr. theopneustos) provém de duas palavras gregas: Theos, que significa “Deus”, e pneuo, que significa “respirar”. Sendo assim, “inspirado” significa “respirado por Deus”. Toda a Escritura, portanto, é respirada por Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. A Bíblia, nas palavras dos seus manuscritos originais, não contém erro; sendo absolutamente verdadeira, fidedigna e infalível. Esta verdade permanece inabalável, não somente quando a Bíblia trata da salvação, dos valores éticos e da moral, como também está isenta de erro em tudo aquilo que ela trata, inclusive a história e o cosmos (cf. 2Pe 1.20,21; note também a atitude do salmista para com as Escrituras no Sl 119).

(2) Os escritores do AT estavam conscientes de que o que disseram ao povo e o que escreveram é a Palavra de Deus (ver Dt 18.18; 2Sm 23.2). Repetidamente os profetas iniciavam suas mensagens com a expressão: “Assim diz o Senhor”.

(3) Jesus também ensinou que a Escritura é a inspirada Palavra de Deus até em seus mínimos detalhes (Mt 5.18). Afirmou, também, que tudo quanto Ele disse foi recebido da parte do Pai e é verdadeiro (Jo 5.19, 30,31; 7.16; 8.26). Ele falou da revelação divina ainda futura (i.e., a verdade revelada do restante do NT), da parte do Espírito Santo através dos apóstolos (Jo 16.13; cf. 14.16,17; 15.26,27).

(4) Negar a inspiração plenária das Sagradas Escrituras, portanto, é desprezar o testemunho fundamental de Jesus Cristo (Mt 5.18; 15.3-6; Lc 16.17; 24.25-27, 44,45; Jo 10.35), do Espírito Santo (Jo 15.26; 16.13; 1Co 2.12-13; 1Tm 4.1) e dos apóstolos (3.16; 2Pe 1.20,21). Além disso, limitar ou descartar a sua inerrância é depreciar sua autoridade divina.

(5) Na sua ação de inspirar os escritores pelo seu Espírito, Deus, sem violar a personalidade deles, agiu neles de tal maneira que escreveram sem erro (3.16; 2Pe 1.20,21; ver 1Co 2.12,13).

(6) A inspirada Palavra de Deus é a expressão da sabedoria e do caráter de Deus e pode, portanto, transmitir sabedoria e vida espiritual através da fé em Cristo (Mt 4.4; Jo 6.63; 2Tm 3.15; 1Pe 2.2).

(7) As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvífica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra de homens ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.

(8) Qualquer doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e  mensagem das Sagradas Escrituras (ver Dt 13.3).

(9) As Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade (Mt 5.17-19; Jo 14.21; 15.10; 2Tm 3.15,16; ver Êx 20.3). Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino, de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça (2Tm 3.16,17). Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como a autoridade máxima (Jo 8.31,32, 37).

(10) Só podemos entender devidamente a Bíblia se estivermos em harmonia com o Espírito Santo. É Ele quem abre as nossas mentes para compreendermos o seu sentido, e quem dá testemunho em nosso interior da sua autoridade (ver 1Co 2.12).

(11) Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de Satanás e do mundo em nossas vidas (Mt 4.4; Ef 6.12,17; Tg 1.21).

(12) Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvífica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas (ver Fp 1.16; 2Tm 1.13,14 notas; 2.2; Jd 3). Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da Escritura (ver Dt 4.2; Ap 22.19).

(13) Um fato final a ser observado aqui. A Bíblia é infalível na sua inspiração somente no texto original dos livros que lhe são inerentes. Logo, sempre que acharmos nas Escrituras alguma coisa que parece errada, ao invés de pressupor que o escritor daquele texto bíblico cometeu um engano, devemos ter em mente três possibilidades no tocante a um tal suposto problema: (a) as cópias existentes do manuscrito bíblico original podem conter inexatidão; (b) as traduções atualmente existentes do texto bíblico grego ou hebraico podem conter falhas; ou (c) a nossa própria compreensão do textobíblico pode ser incompleta ou incorreta.

fonte www.avivamentonosul.blogspot.com